Os Seis Cisnes, dos Irmãos Grimm e de Hans Christian Andersen

Há algum tempinho, o meu irmão trouxe pra casa um livrinho da biblioteca da escola dele chamado Os Seis Cisnes. Fiquei encantada pelo título, resolvi ler para ele e adorei! Eu me lembrei dele esses dias, então resolvi pesquisar para postar aqui e acabei achando o conto, tanto na versão dos Irmãos Grimm quanto na do Hans Christian Andersen. Vou postar aqui as duas e, depois que vocês lerem, podem dizer por comentário de qual vocês mais gostaram!

Os Seis Cisnes

Irmãos Grimm

Ilustração de Milo Winter

“Estando um rei a caçar numa grande floresta, saiu em perseguição de uma peça com tal fervor, que nenhum dos seus companheiros conseguiu segui-lo.

Ao anoitecer, parou o seu cavalo e, olhando em redor, apercebeu-se de que se tinha perdido e, embora tratando de procurar uma saída, não conseguiu encontrar nenhuma. Viu então uma velha, que se aproximava. Era uma bruxa.

– Boa senhora – disse o rei – Podia indicar-me um caminho para sair da floresta?.
– Oh, sim, Senhor Rei – respondeu a velha- Posso sim, mas com uma condição. Se não aceitar, nunca sairá desta floresta. E morrerá à fome.
– E que condição é essa? -perguntou o rei.
– Tenho uma filha – declarou a velha -, bela como não encontrará outra igual no mundo inteiro, e muito digna de ser a sua esposa. Se comprometer-se a torná-la Rainha, mostrar-lhe-ei o caminho para sair da floresta.

O Rei, embora angustiado no seu coração, aceitou o acordo, e a velha o levou à sua casinha, onde a sua filha estava sentada junto ao fogo. Recebeu o rei como se estivesse à sua espera e, embora o rei comprovasse que era realmente muito bela, não gostou dela, e não conseguia olhar para ela sem um secreto terror.
Quando a donzela montou no seu cavalo, a velha indicou o caminho ao Rei, e o casal chegou sem contratempos ao palácio, onde pouco depois foi celebrado o casamento.

O Rei já tinha sido casado e, da sua primeira esposa, tinha ficado com sete filhos: seis rapazes e uma rapariga, os quais amava mais que tudo no mundo.
Temendo que a madrasta os tratasse mal, levou-os a um castelo solitário, que surgia no meio de uma floresta.

Estava tão oculto e o caminho que levava até lá era tão difícil, que nem ele próprio teria sido capaz de segui-lo se não fosse por um novelo de lã maravilhoso que uma fada lhe tinha oferecido. Quando o lançava à sua frente, desenrolava-se sozinho e mostrava-lhe o caminho.

Mas, o rei saia com tanta frequência para visitar os seus filhos que aquelas ausências chocaram a rainha, que sentiu curiosidade por saber o que ia fazer sozinho à floresta. Subornou os criados e estes revelaram os segredos, contando também o referente ao novelo, o único capaz de indicar o caminho. Desde então, a mulher não descansou até averiguar o local onde o seu marido guardava a milagrosa madeixa.

Depois, confeccionou umas camisolas de seda branca e, pondo em prática as artes de bruxaria aprendidas com a sua mãe, enfeitiçou as roupas.
Um dia em que o rei saiu para caçar, pegou nas camisolas e dirigiu-se para a floresta. O novelo indicou-lhe o caminho.

As crianças, ao ver ao longe que alguém se aproximava, pensando que seria o seu pai, correram para recebê-lo, cheios de alegria. Então ela tirou de cada um, uma das camisolas e, ao tocar os seus corpos, transformou-os em cisnes, que fugiram voando por cima da floresta. Já satisfeita, regressou a casa acreditando que estava livre dos seus enteados. Mas, resultou que a rapariga não tinha saído com os seus irmãos, e a rainha ignorava a sua existência.

No dia seguinte, o rei foi visitar os seus filhos e só encontrou a rapariga.
-Onde estão os teus irmãos? – perguntou o rei.
-Ah, meu pai! – respondeu a pequena – Foram embora e deixaram-me sozinha – e contou o que tinha visto desde a janela: como os irmãos, transformados em cisnes, tinham saído a voar por cima das árvores; e mostrou as penas que tinham deixado cair e ela tinha apanhado.

O rei entristeceu-se, sem pensar que a rainha fosse a artista daquela maldade. Temendo que também fosse roubada a rapariga, quis levá-la com ele. Mas, a pequena tinha medo da sua madrasta e rogou ao pai que lhe permitisse passar aquela noite no castelo solitário.

Pensava a pobre rapariga: “Não posso ficar aqui! Tenho de sair e procurar os meus irmãos” E, ao chegar a noite, fugiu através da floresta. Andou toda a noite e todo o dia seguinte sem descansar, até que o cansaço a venceu.

Vendo uma cabana solitária, entrou nela e encontrou um quarto com seis camas pequenas, mas não se atreveu a deitar-se em nenhuma, deslizando debaixo de uma delas, disposta a passar a noite no duro chão. Mas, ao por do sol, ouviu um rumor e, ao mesmo tempo, viu seis cisnes que entravam pela janela. Pousaram no chão e sopraram-se mutuamente as penas, até que estas caíram, deixando a sua pele de cisne alisada como uma camisola. Então, a rapariga reconheceu os seus irmãos e, feliz, saiu de debaixo da cama.

Também se alegraram eles ao ver a sua irmã, mas a alegria foi de curta duração.
– Não podes ficar aqui – disseram-lhe-, pois isto é uma guarida de bandidos. Se te virem aqui quando chegarem, irão matar-te.
– E vocês não me podem proteger? -perguntou a rapariga.
– Não – responderam eles-, pois só nos é permitido livrar-nos, cada noite, da nossa plumagem de cisne, durante um quarto de hora, tempo durante o qual podemos viver na nossa figura humana, mas depois voltamos a transformarmos em cisnes.
Perguntou a irmãzinha, chorando: – E não há forma de vos tirar o feitiço?
-Não – disseram eles-, as condições são demasiado terríveis. Deverias permanecer durante seis anos sem falar nem rir e, neste tempo, terias que confeccionarmos seis camisolas de “velloritas”. Uma única palavra que saísse da tua boca, deitaria tudo a perder.

E quando os irmãos disseram isto, passado já o quarto de hora, voltaram a levantar voo, saindo pela janela. Mas, a moça tinha adotado a firme resolução de redimir os seus irmãos, mesmo que lhe custasse a vida.

Saiu da cabana e foi à floresta, onde passou a noite, oculta entre os ramos de uma árvore. Na manhã seguinte começou a recolher “velloritas” para fazer as camisolas. Não podia falar com ninguém, e quanto a rir, bem poucos motivos tinha. Levava já muito tempo naquela situação, quando o rei daquele país, indo de caça pela floresta, passou perto da árvore que servia de morada à rapariga.
Uns monteiros viram-na e chamaram-na.
-Quem és? – Mas ela não respondeu. – Baixa da árvore – insistiram os homens – Não te faremos mal.

Mas a donzela limitou-se a sacudir a cabeça. Os caçadores continuaram a acossá-la com perguntas, e ela atirou-lhes a corrente de ouro que levava ao pescoço, pensando que assim ficariam satisfeitos. Mas como os homens insistiram, atirou o cinto e depois as ligas e, pouco a pouco, todas as prendas das que se pode desprender, ficando por fim, só com a camisola.

Mas os teimosos caçadores subiram à árvore e, descendo a rapariga, levaram-na ante o rei, que lhe perguntou: – Quem és? O que tas a fazer na árvore?
Mas ela não respondeu. O rei insistiu, formulando de novo as mesmas perguntas em todas as línguas que conhecia, mas foi em vão, ela permaneceu sempre muda.

No entanto, vendo-a tão bela, o rei ficou enternecido, e na sua alma nasceu um grande amor pela rapariga. Embrulhou-a no seu manto e, subindo-a ao seu cavalo, levou-a ao palácio. Uma vez ali mandou vesti-la com ricos vestidos, vendo-se então a donzela mais bela do que a luz do dia. Mas não houve forma de lhe arrancar uma única palavra. Sentou-a ao seu lado na mesa e gostou tanto da sua modéstia e atitude que disse: Quero-a por esposa, e não hei de querer nenhuma outra no mundo.

E passados uns dias, foi celebrado o casamento. Mas a mãe do rei era uma mulher má, que não gostou desse casamento, e não parava de falar mal da sua nora: – Sabe-se lá de onde é que saiu esta rapariga que não fala! – murmurava -. É indigna de um rei.

Passado algo mais de um ano, quando a rainha teve o seu primeiro filho, a velha tirou-lho enquanto dormia, e sujou de sangue a boca da mãe. Depois se dirigiu ao rei e acusou-a de ter devorado a criança. O rei negou-se a acreditar e mandou que ninguém incomodasse a sua esposa.

Ela seguia ocupada constantemente na confecção das camisolas, sem atender mais nenhuma coisa. E com o próximo filho que teve, a sogra repetiu a maldade, sem que o rei ouvisse as suas palavras, mais uma vez. Disse: É demasiado piedosa e boa, para ser capaz de atos desses.

Se não fosse muda e pudesse defender-se, a sua inocência ficaria bem patente. Mas quando, por terceira vez, a velha roubou o bebê recém nascido e voltou a acusar a mãe sem que esta pronunciasse uma palavra na sua defesa, o rei não teve outro remédio que a entregar a um tribunal, e a infeliz rainha foi condenada a morrer na fogueira.

No dia assinalado para a execução da sentença resultou ser o que marcava o fim dos seis anos durante os quais tinha sido proibida de falar e rir. Assim tinha libertado os seus queridos irmãos do feitiço que tinha caído sobre eles. Além disso, tinha acabado as seis camisolas, e só à última faltava à manga esquerda.

Quando foi levada para a fogueira, levou as camisolas consigo e quando, já presa ao poste do tormento, dirigiu um olhar à volta, viu seis cisnes que se aproximavam a voar velozmente. Percebendo que se aproximava o momento da sua libertação, sentiu uma grande alegria. Os cisnes chegaram à fogueira e pararam sobre ela, para que a sua irmã lhes atirasse as camisolas. E mal elas tocaram os seus corpos, caiu-lhes a plumagem de ave e surgiram os seis irmãos na sua forma natural, sãos e belos. Só ao mais novo faltava o braço esquerdo, substituído por uma asa de cisne. Abraçaram-se e beijaram-se, e a rainha, dirigindo-se ao rei, que assistia consternado à cena, começou finalmente a falar, e disse: – Esposo meu amadíssimo, agora já posso falar e declarar que tenho sido caluniada e acusada falsamente – e contou os enganos de que tinha sido vítima pela maldade da velha, que lhe tinha roubado as três crianças, ocultando-as.

As crianças foram recuperadas, com grande alegria do rei, e a perversa sogra, como castigo, teve de subir à fogueira e morrer queimada.
O rei e a rainha, com os seus seis irmãos, viveram longos anos em paz e felicidade.”

 Os Seis Cisnes

 Hans Christian Andersen

Ilustração de Elenore Abbott

“Havia um rei que tinha onze filhos e uma filha chamada Elisa. Ao ficar viúvo, pensou em se casar outra vez e, de fato, contraiu matrimônio com uma perversa mulher, que, logo, começou a odiar os enteados. Maltratava-os continuadamente e tornava-lhes impossível à vida. Um dia, mandou a pequena Elisa ao campo, para que vivesse com os camponeses e conseguiu que uma bruxa transformasse os meninos em cisnes. Passaram-se os anos. Elisa, que se tornara uma belíssima donzela, voltou ao palácio. A madrasta, vendo-a tão formosa e inteligente, colocou-lhe na água do banho três sapos, para que se transformasse em moça feia, estúpida e má. Mas a bondade de Elisa era tamanha que os três horríveis bichos, ao seu contato, se converteram em três esplêndidas rosas. A madrasta, enraivecida, untou com um ungüento negro o rosto e o corpo da princesinha e emaranhou-lhe completamente os cabelos. Transformou-a de tal maneira que o pai tomou-a por uma impostora e expulsou-a do reino.

Apenas posta fora do palácio, Elisa dedicou-se a procurar seus irmãos. Caminhava o dia inteiro, alimentava-se com frutos silvestres e passava a noite dormindo embaixo de uma árvore qualquer. Afinal, chegou a um grande rio. O sol estava se pondo e a jovem viu chegarem à margem da corrente onze cisnes alvíssimos, que possuíam cada qual a sua coroa de ouro. As aves pousaram perto dela, batendo as grandes asas e, no momento exato em que o sol desaparecia no horizonte, transformaram-se em onze garbosos rapazes. Eram seus irmãos, que a abraçaram e lhe contaram a magia feita contra eles pela bruxa, por ordem da madrasta e em virtude da qual só readquiriam a forma humana depois do por do sol. “Amanhã, iremos a um país distante”, disse o mais velho, “e tu irás conosco.”

Passaram a noite inteira tecendo uma rede com a casca flexível do salgueiro e as varinhas dos juncos. Quando amanheceu, nela colocaram Elisa e, sustentando com o bico as bordas da rede, saíram voando. Após muitas horas, chegaram ao longínquo país, entraram numa gruta situada no meio de um bosque e ficaram dormindo. Só Elisa vigiava, rogando a Deus o meio de salvar os irmãos. Apenas cerrou os olhos, apareceu-lhe em sonho belíssima fada, que lhe disse: “Para libertares teus irmãos do malefício de que são vítimas inocentes, tens que colher todas as urtigas que puderes esmagá-las com teus pés até que se desprendam fibras, com as quais deverás tecer onze túnicas. Durante todo o tempo que este trabalho durar, não poderá pronunciar uma só palavra, pois, do contrário, graves desgraças recairão sobre os teus irmãos. Por último, quando as túnicas estiverem prontas, atirarás cada uma num dos cisnes-príncipes e eles votarão a serem homens para o resto da vida.” Na manhã seguinte, Elisa, lembrando-se do sonho, começou o penoso trabalho.

Um dia, quando estava sozinha na gruta, a tecer as túnicas, ouviu ressoar no bosque os sons de trombetas de caçar e ladrar de cães. Pouco depois, um grupo de caçadores surgiu entre as árvores. O rei do país, que fazia parte da turma de caçadores, ficou impressionado com a beleza de Elisa e decidiu casar-se com ela, embora não conseguisse nenhuma resposta às perguntas, que lhe dirigiu. Levou-a para o palácio, com ela se casando já no dia seguinte. Feita rainha, Elisa continuava tecendo as túnicas sem proferir uma única palavra, até que, afinal, todos acreditaram que era muda.

Alguns cortesãos, invejosos do amor que o rei sentia por ela, foram dizer-lhe que a rainha não passava de uma feiticeira. Certa noite, enquanto a infeliz soberana havia descido ao jardim para colher urtigas, o rei a viu e, pensando que estava colhendo ervas maléficas, convenceu-se de que ela era mesmo uma bruxa. Embora muito magoado, entregou-a ao julgamento do povo. Este condenou a suposta feiticeira a morrer queimada. A desditosa (infeliz) moça não deixou escapar nenhuma palavra ou suspiro para mostrar sua inocência e, na escura prisão onde tinha sido encerrada, continuava tecendo as túnicas. Trabalhou também no próprio carro em que ia sendo conduzida para o suplício. Quando, porém, atravessava uma ponte que levava ao lugar da fogueira, a jovem, que havia, então, terminado as onze túnicas, viu os alvos cisnes, que nadavam lá embaixo, no rio. Proferindo, então, exclamações de júbilo, jogou as túnicas sobre as onze aves. Estas, no mesmo instante recuperaram sua figura humana e foram explicar tudo ao rei. Quando Elisa, que havia desmaiado de emoção, abriu os olhos, viu-se amparada nos braços de seu real esposo e rodeada por onze irmãos, que a levaram triunfalmente para o palácio real.”

Alícia

0 comment on Os Seis Cisnes, dos Irmãos Grimm e de Hans Christian Andersen

  1. Taty
    29/08/2013 at 11:54 (4 anos ago)

    A quantidade de irmãos muda de uma estoria pra outra, há não tem uma versão que ela tem de passar por umas provas pra salvar os seis irmãos? Minha amiga leu isso em um livro infantil antigo

    bjos

    • Alícia Cohim
      03/09/2013 at 18:30 (4 anos ago)

      Não tenho conhecimento dessa versão, Taty, me desculpe! Vou procurar e se achar, posto a versão aqui, pode ser?
      xx

  2. Fatima
    21/03/2014 at 15:25 (3 anos ago)

    lembro-me desta história. Tínhamos o livro em casa, mas perdeu-se com o tempo. Adorava este conto. Não recordo o nome dos autores. Lembro-me que tinha figuras da irmã tecendo o manto verde com as ervas daninhas.Suas mãos ficavam cheias de feridas e ela tinha que esconder os mantos de seu marido, sem dizer uma só palavra. Também recordo da figura dos cisnes com coroas e da figura do irmão mais novo somente com o braço de cisne. Na história os irmãos vinham visita-la todas as noites enquanto tecia os mantos verdes. Alícia, você não teria estas figuras na qual mencionei? Poderia postá-las? Se houver outras, também faria isto?

    • Alícia Cohim
      26/03/2014 at 10:27 (3 anos ago)

      Oi Fatima! Infelizmente não, mas vou procurar e postarei aqui se eu conseguir achar, tudo bem?

  3. Vanessa Thiago
    17/08/2014 at 14:05 (3 anos ago)

    Tem um livro que chama “A filha da floresta”, de Juliet Marilier, que conta essa historia em forma de romance. É simplesmente apaixonante. Cheguei a pagina 100 como um livro comum e passei a madrugada lendo as outras 500 paginas sem conseguir largar o livro.

    • Alícia Cohim
      17/08/2014 at 18:25 (3 anos ago)

      Mesmo Vanessa? Que maravilhoso! Já vi o livro nas livrarias e me interessei mas nunca li nada sobre a história nem nunca comprei… Agora estou interessada de novo hahaha obrigada pela dica! 🙂

  4. fabiobaptista
    22/11/2014 at 12:48 (3 anos ago)

    eu quero o resumo

    • Laís Sperandei
      03/12/2014 at 22:16 (3 anos ago)

      Deve haver algum pela internet, Fabio. É só dar uma procurada. 🙂

  5. Carla Furtuoso
    13/05/2015 at 14:05 (2 anos ago)

    Adoro contos de fadas e gostei bastante do post, linkei o seu no meu blog! Bjks =)

  6. sidney
    19/03/2016 at 11:29 (1 ano ago)

    gostei nunca tinha visto este conto

  7. Inês Scarpa Carneiro
    14/10/2016 at 18:14 (10 meses ago)

    Amei pois tenho 13 irmãos e gostaria de comprar esse filme onde encontrar?

    • Laís Sperandei
      07/12/2016 at 16:09 (8 meses ago)

      Inês, filme filme não conheço nenhum, mas sei que tem um episódio de uma série de animação (mais antiguinha) dessa história. No Youtube tem certo. 🙂

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